O DIA EM QUE O PASSARINHO NÃO CANTOU.

Um curta-metragem para auxiliar pais, educadores e psicoterapeutas a abrirem 
o diálogo com crianças sobre perda e luto.



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pessoas possível.

Irineu Villanoeva Junior fala sobre o movimento #sempressapraviver e o curta-metragem em animação "O dia em que o passarinho não cantou" que tem como objetivo abrir o diálogo sobre perdas e luto com crianças.
Luciana Mazorra fala sobre o curta-metragem em animação "O dia em que o passarinho não cantou" que tem como objetivo abrir o diálogo sobre perdas e luto com crianças. Ela fala sobre o uso do curta-metragem para pais e educadores.
Valeria Tinoco fala sobre o curta-metragem em animação "O dia em que o passarinho não cantou" que tem como objetivo abrir o diálogo sobre perdas e luto com crianças. Ela fala sobre o uso do curta-metragem na psicoterapia com crianças.
Beatriz Damato fala sobre o curta-metragem em animação "O dia em que o passarinho não cantou" que tem como objetivo abrir o diálogo sobre perdas e luto com crianças. Ela fala sobre o uso do curta-metragem em psicoterapia com crianças.
Marilia Furquin fala sobre o curta-metragem em animação "O dia em que o passarinho não cantou" que tem como objetivo abrir o diálogo sobre perdas e luto com crianças. Ela fala sobre o uso do curta-metragem como mãe enlutada.

Sinopse: 

O dia que o passarinho não cantou narra a amizade entre uma garotinha e 
um passarinho que se tornou seu animal de estimação.
O passarinho fica doente e a menina enfrenta uma experiência comum na infância: 
a perda de seu animalzinho. 
A partir disso, ela vivencia o sofrimento e os questionamentos sobre perda e luto.

O curta é uma adaptação do livro das psicólogas
Luciana Mazorra e Valéria Tinoco, do Quatro Estações Instituto de Psicologia.

# SEMPRESSAPRAVIVER

João da Silva


Irineu Villanoeva Junior

#Sempressapraviver é um movimento para mobilizar a sociedade com o objetivo de abrir o diálogo sobre perdas e luto. Esse movimento nasceu a partir da experiência
vivida pelo publicitário Irineu Villanoeva Junior, que passou por uma sequência de perdas de pessoas muito queridas em um curto espaço de tempo.

É uma ressignificação do luto e uma porta aberta para que esse tabu de falar sobre a morte seja quebrado. 

O curta-metragem “O dia em que o passarinho não cantou” é a primeira ação do movimento #sempressapraviver.

“Falar sobre morte não é nada fácil”, diz Irineu, “imagine quando é preciso falar com crianças.”


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